A Baixada Fluminense

                       A Baixada Fluminense ou recôncavo é uma planície situada entre a serra do mar e o oceano limite com o espírito santo, contemplada com uma parte da mata atlântica com um dos melhores climas. Detentora de um dos maiores recursos e riquezas naturais e ambientais, culturais históricas, geográficas, comerciais, industriais e humanos.

                      A Baixada Fluminense é uma região que vem afirmando-se ao longo das décadas que sucederam a II Guerra Mundial. Tem um grande crescimento demográfico como resultado de um longo processo migratório advindo das diversas regiões do território brasileiro e de diversas nações do mundo. Seu processo de urbanização ocorreu após o projeto de saneamento ocorrido na década de 1930, no Governo de Getúlio Vargas e que tinha como objetivo principal transformar a região como grande área agrícola e de produção de hortifrutigranjeira da então capital federal a Cidade do Rio de Janeiro.

                         O saneamento e enxugamento do solo acabou liberando a região para ocupação acelerada de grandes contingentes populacionais que chegavam ao Rio de Janeiro em busca do eldorado após a Revolução de 1930 e que via nos grandes centros urbanos a solução para as graves crises ocasionados com a decadência do capitalismo liberal em 1929.

                       Sofreu a Baixada ao longo do século XX um inchaço populacional, descaracterizando sua vida rural, no entanto recebeu migrantes de zonas rurais, seu distritos e futuras cidades guardam uma mistura de costumes urbanos e rurais.

 GEOGRAFIA

                            A Baixada da Guanabara, tem uma área aproximada de 3.800 km². É formada por uma extensa bacia hidrográfica com os rios: Rio Meriti-Pavuna com 450 km²; Iguassú com 650 km²; Estrela-Inhomirim com 450 km²; Surui com 150 km²; O Magé com 150 km²; Macacú com 1.750 km² e o Guaxindiba com 20 km².

                         Os rios da baixada drenam para duas grandes bacias, a Baía de Guanabara e a Baía de Sepetiba. Estes rios são fortemente influenciados pelo relevo. Em geral nascem das serras e maciços e descem nas encostas abruptamente formando cachoeiras. Quando chegam à planície onde a declividade é pequena, encontram dificuldades de escoamento. Assim naturalmente formam várias curvas (meandros) até chegarem ao mar. Com o assoreamento dos rios causado pelo desmatamento das encostas e margens, formou-se, ao longo destes, áreas inundadas, gerando brejos e alagados. Atualmente a maioria dos rios encontra-se retilinizados ou canalizados, porém as inundações periódicas continuam.

                           Na Bacia da Baía de Guanabara o principal rio é o Iguaçu , que deu nome à cidade, para onde correm vários afluentes como o Botas e o Tinguá. Antes de desaguar na Baía, o Iguaçu foi ligado artificialmente ao Sarapuí, que atravessa o que hoje é o município de Mesquita. Outro importante rio é o Meriti.

                      Na Bacia de Sepetiba o principal rio é o Guandu, formado pelo encontro do Ribeirão das Lajes e pelo rio Santana. No entanto é preciso esclarecer que o grande volume de água do Guandu, que é captado para tratamento e abastecimento do Grande Rio, não é proveniente da região. Na verdade a maior parte de suas águas é proveniente do Rio Paraíba do Sul, através de um sistema de barragens e elevatórias que começa em Barra do Piraí e termina jogando água no Ribeirão das Lajes.

                       Em ambas as bacias os rios, estão completamente poluídos por esgoto doméstico lançado sem nenhum tratamento na maioria dos casos. Só não estão contaminados nos seus altos cursos, próximos às nascentes no alto das serras e maciços. Na Reserva Biológica de Tinguá ainda existem barragens de captação de água que servem para abastecer centenas de milhares de pessoas no Grande Rio.

                    Somando-se aos afluentes maiores dos rios que formam estas bacias havia no passado uma infinidade de pequenos riachos, córregos e igarapés, lagoas e pântanos que recebendo estas águas acabavam por formar a nascente de alguns rios, como o Meriti e o Pavuna.

                      Ao longo do século XIX e XX tornaram-se extremamente poluídos, tendendo a desaparecerem ao meio de grande processo de assoreamento.

 VEGETAÇÃO

                          A cobertura vegetal da Baixada Fluminense, como área no entorno da Baia da Guanabara, sofreu ao longo dos séculos XVI ao XIX um processo de desmatamento. Primeiramente para o plantio de cana de açúcar, da agricultura de subsistência e do gado. Posteriormente com o café nas encostas, tendo o seu golpe final como fonte de energia para movimentar a locomotiva, no uso caseiro na cidade do Rio de Janeiro e nas caldeiras das indústrias que surgiram a partir da segunda metade do século XIX.

                          Sua cobertura vegetal era floresta nativa, do tipo mata atlântica, de grande exuberância, hoje resta algumas áreas de pastagens e nas áreas de intenso processo de urbanização o plantio de árvores ornamentais e nos terrenos das residências árvores frutíferas de clima tropical.

                           As únicas áreas onde esta floresta não ocorria era nas áreas alagadiças nas margens dos rios, onde predominava uma vegetação baixa adaptada a longos períodos embaixo d’água, por isso era chamada de vegetação de várzea. Nas áreas próximas à Baía de Guanabara onde havia influência da maré, existiam manguezais.

                       A ocupação agrícola e depois urbana descaracterizou boa parte desta vegetação original, no entanto, cerca de 1/3 da baixada ainda possui florestas nativas ou secundárias em avançado estágio de regeneração, principalmente nas áreas mais íngremes dos maciços de Tinguá e de Gericinó, onde existem duas unidades de conservação, a reserva Biológica do Tinguá, com cerca de 26.000 hectares e o parque Municipal de Nova Iguaçu, com cerca de 1.000 hectares. Nas demais áreas existem campos de capim colonião e capoeiras e capoeirões, onde o capim e algumas árvores se intercalam.

 GEOMORFOLOGIA

                  A topografia da Baixada Fluminense, apresenta-se bastante diversificada, na realidade chamamos de baixada devido ao predomínio de terrenos com cotas bastante baixas em relação ao mar, no entanto longe de ser área abaixo do nível do mar.

                        Há nestas áreas, inclusive, a presença de uma infinidade de morros do tipo meia laranja, e até regiões com grande presença de elevações como o caso de São João de Meriti, com 34 km2 e mais de 40 elevações acima de 100 metros. Elevações médias em Nilópolis e Belford Roxo, crescendo a medida que atinge Queimados e Japerí.

                      Em Nova Iguaçu ao norte temos as vertentes da Serra do Mar e o maciço do Tinguá, onde se encontram as maiores elevações do território, próximas de 1700 metros de altitude. No Sul encontra-se outra elevação, o Maciço Mendanha-Gericinó, que é também chamada de Serra de Madureira ou, mais recentemente, Serra do Vulcão. Neste, o ponto mais alto chega a 974 metros de altitude. Entre estes dois maciços encontra-se uma série de pequenos morros, colinas e maciços, que mal chegam a 60 metros de altitude, com exceção dos maciços de Tinguazinho e São Jose que ultrapassam os 200 metros. Nos vales e depressões existentes entre estas elevações temos várias planícies que em geral acompanham os rios. Nestas partes mais baixas ocorrem constantes inundações, formando brejos e alagados, principalmente à medida que se aproximam da Baía de Guanabara.

                      Os municípios de Duque de Caxias e Magé, devido à extensão dos seus territórios, o predomínio é de baixadas com algumas elevações perdidas ao longo do território que costeia a baia da Guanabara.

                    Podemos assim concluir, nos chamamos de baixada uma região que não é homogênea na sua topografia. A sua heterogeneidade possibilitou a sua ocupação e com diversificada produção econômica, da cana ao café nos terrenos secos, do feijão a mandioca e ao milho nos terrenos úmidos, do arroz nas terras alagadas. Das várzeas às encostas o homem sempre dispôs de meios para sua sobrevivência.

 GEOLOGIA

                      Apresenta a região várias unidades diferenciadas quanto à formação e quanto à idade o que acaba determinando compartimentos ou unidades. A primeira delas é a Serra do Mar, que circunda o Recôncavo da Guanabara e delimita o município ao norte. Na verdade, esta “serra” é a borda do Planalto Atlântico, formada por rochas magmáticas e metamórficas, como granitos e gnaisses e que são bastante antigas, da era Proterozóica,ou seja, mais de 600 milhões de anos. Encravada na Serra do Mar temos o Maciço do Tinguá, uma elevação geologicamente recente, que surgiu há 60 milhões de anos, já na era Cenozóica, devido a grandes movimentos da crosta terrestre. O Maciço de Tinguá é formado por rochas alcalinas, bastante raras, entre elas uma que só existe lá, o tinguaíto.

                         As rochas alcalinas também são encontradas na região, no maciço Mendanha – Gericinó, que em Nova Iguaçu toma o nome de Serra de Madureira. Este maciço é mais raro ainda, pois foi formado pela atividade vulcânica que deu origem a rochas chamadas de sienito. Neste maciço encontra-se, quase intacta, a cratera de um antigo vulcão, extinto (ainda bem) há 50 milhões de anos. Esta cratera encontra-se bem próxima do centro da cidade logo acima da Pedreira Vigné.

                       Entre estes dois maciços, encontram-se diversas colinas e morros bastante antigos que, em geral, possuem uma grossa camada de sedimentos antigos sobre rochas magmáticas mais antigas ainda, com mais de 600 milhões de anos. Entre estas colinas e ao longo dos rios encontramos áreas geologicamente recentíssimas com menos de 20 mil anos. São os chamados sedimentos quaternários, pois foram depositados após o ultimo recuo do mar, ocorrido a 40 mil anos atrás.

CLIMA

                      Devido à sua localização, a aproximadamente 22o. de latitude a região recebe uma grande quantidade de radiação solar durante o ano e como está relativamente próximo do mar, recebe deste grande quantidade de umidade. Assim, o território é dominado pela massa de ar chamada de Tropical Atlântica, responsável pelo céu azul e sem nuvens, mas que, quando se encontra com elevações do terreno ou com outras massas de ar, como a Equatorial Continental e Polar Atlântica provoca bastante chuva, já que possui muita umidade suspensa no ar.

                         Desse modo, o clima predominante na região é o Tropical Típico, ou seja, é um clima quente e úmido, com chuvas intensas, principalmente no verão e na maior parte do ano. No entanto apresenta queda de temperatura e menor quantidade de chuva no período do inverno. Nas encostas da Serra do Mar e do Maciço de Tinguá, estas elevações provocam as chamadas chuvas orográficas (ou de relevo) durante o ano todo, não existindo estação seca como no resto do município.

                          Nas partes mais altas dos maciços, acima de 500 metros a temperatura cai e forma-se um tipo climático conhecido como tropical de altitude, onde os termômetros chegam próximos de zero grau no inverno. Resumindo, podemos dizer que o espaço natural da baixada foi consideravelmente modificado, mas ainda apresenta uma boa parcela de áreas preservadas. No entanto, vale ressaltar que estas modificações ocorrem no processo de ocupação do território onde a natureza foi elemento e condicionante das formas de ocupação.

 POPULAÇÃO

                         A população é diversamente heterogênea e composta por povos de diversas origens raciais e culturais. Todos os continentes estão aqui presentes, formando um mosaico riquíssimo de tendências culturais, manifestadas nas artes, na língua, nos comportamentos sociais, na política e na economia. A baixada é urbana na configuração e ocupação do espaço, porém, neste mesmo espaço convive com práticas agro-pastoris. Está exposta às influências massiva da mídia e ao mesmo tempo convive com camadas populacionais de cultura eminentemente urbana com todos os valores da sociedade industrial e de consumos refinados.

Possui o seguinte perfil de acordo com o censo demográgico de 2000:

MUNICÍPIO ÁREA Km² POPULAÇÃO ELEITORES
Belford Roxo 79,0 434.474 274.148
Duque de Caxias 464,573 775.456 533.179
Guapimirim 360,813 37.952 30.170
Itaguaí 271,563 82.003 67.586
Japeri 82,832 83.278 57.175
Magé 385,696 205.830 138.124
Mangaratiba 351,653 24.901 26.746
Mesquita 34,767 166.080 120.261
Nilópolis 19,157 153.712 101.256
Nova Iguaçu 523,888 754.519 485.020
Paracambi 179,374 40.475 26.754
Queimados 76,921 121.993 81.409
São João de Meriti 34,838 449.476 333.917
Seropédica 283,794 65.260 41.891
Total 3.149,66 3.395.409 2.317.636

FONTE: IBGE CENSO 2000 e TSE Quantitativo Eleitores (março/2005)

 RODOVIAS

                            A Baixada Fluminense é cortada por importantes rodovias que dão acesso ao interior do país e ainda por outras que fazem a ligação da cidade do Rio de Janeiro às cidades da região como:

Rodovias Federais

                      Ligando o interior em direção ao norte e nordeste – Rodovia Washington Luiz (BR-116), também conhecida como Rio-Petrópolis-Juiz de Fora (BR-040) ou Rio-Teresópolis (BR-116) – Esta rodovia tem o seu serviço de manutenção terceirizado e vem obtendo recursos advindos através da cobrança dos pedágios que ficam na altura de Xerém antes de subir a Serra de Petrópolis e na Rio-Magé na altura de Piabetá.

                   Ligando o interior em direção ao sul está a Rodovia Presidente Dutra, também conhecida como Rio-São Paulo (BR-116). Seu serviço de manutenção também é terceirizado com recursos da cobrança de pedágio. Na baixada seu pedágio fica na altura de Seropédica.

Rodovias Estaduais

                      Ligando o bairro da Pavuna ao centro da cidade de Nova Iguaçu, passando por São João de Meriti, Nilópolis e Mesquita está a Via Light. Uma rodovia bem construída e com 4 pistas, feita para dar acesso ao Rio de Janeiro em diversos bairros da zona norte, com interligação com linha verde, linha vermelha e linha amarela.

Rodovia Nome Oficial Nome Popular Trecho
BR-116 Rodovia
Presidente Dutra
  Entr. BR-101 (Av. Brasil)
– Div. RJ/SP
BR-116   Rio-Magé Entr. BR-493 Entr. BR-040
BR-116   Rio-Teresópolis Teresópolis – Entr. BR-040
BR – 040 Rodovia
Washington Luiz
Rio-Petrópolis Petrópolis – Entr. BR-101 (Av. Brasil)
BR – 465   Antiga
Rio-São Paulo
Entr. BR-116 (Pres. Dutra) Entr. BR-101

 FERROVIAS

                        As ferrovias que cortam a Baixada teve sua origem no Século XIX e serviram inicialmente para o transporte de café do vale do Rio Paraíba do Sul, pela antiga Estrada de Ferro Pedro II, hoje Rede Ferroviária Federal Central do Brasil, com ramais que atende Nilópolis, Mesquita, Nova Iguaçu, Queimados, Japeri e Paracambi.

                         A outra ferrovia é a Estrada de Ferro Rio D’ouro que foi construída para assentar os tubos d’água da Rio D’Ouro para abastecer a cidade do Rio de Janeiro e que posteriormente transformou-se em transporte urbano e hoje faz parte da Super Via onde passa por São João de Meriti, Berford Roxo e Duque de Caxias.

                          A terceira ferrovia é a Leopoldina Ralwai que ligava Estação de Barão de Mauá ao interior do Brasil na Zona da Mata Mineira e que na baixada passava por Duque de Caxias e as terras de Magé. É uma ferrovia de transporte de passageiros.

 

                     A região da Baixada Fluminense é formada geograficamente por 13 municípios:

 

  • Nova Iguaçu – Município mãe – 173 anos
  • Belford Roxo
  • Duque de Caxias

              Os limites de Duque de Caxias estendem-se, atualmente, aos municípios de Miguel Pereira, Petrópolis, Magé, Rio de Janeiro, São João de Meriti e Nova Iguaçu. A hidrografia pode ser resumida em quatro bacias principais: Iguaçu, Meriti, Sarapuí e Estrela. 

             O povoamento da região data do século XVI, quando foram doadas sesmarias da Capitania do Rio de Janeiro. Em 1568, Braz Cubas, provedor da Fazenda Real e das Capitanias de São Vicente e Santo Amaro recebeu, em doação de sesmaria, 3.000 braças de terras de testada para o mar e 9.000 braças de terras de fundo para o rio Meriti, ou mais propriamente “Miriti”, cortando o piaçabal da aldeia Jacotinga. Outro dos agraciados foi Cristóvão Monteiro que recebeu terras às margens do Iguaçu, parte das quais, daria origem a Duque de Caxias.

              A atividade econômica que ensejou a ocupação do local foi a de cultivo da cana-de-açúcar. O milho, o feijão e o arroz tornaram-se, também, importantes produtos auxiliares durante esse período.

               O ciclo da mineração, com o deslocamento do eixo econômico do Nordeste para o centro-sul, daria à região uma de suas funções mais expressivas, a de ponto obrigatório de passagem daqueles que se dirigiam para a região das minas ou de lá regressavam.

                Sendo os “caminhos de terra firme” poucos, precários e perigosos, nada mais natural que o transporte fosse feito através dos rios, onde estes existissem. Aqui, os rios não faltavam e, integrados com a Baía da Guanabara, faziam do local um ponto de união entre esta e os caminhos que subiam a serra em direção ao interior. O Porto da Estrela foi o marco mais importante deste período de nossa história. À sua volta, cresceu um arraial que no século XIX foi transformado em município.

                Apesar da decadência da mineração, a região manteve-se ainda “como ponto de descanso e abastecimento de tropeiros, como local de transbordo e trânsito de mercadorias”. Até o século XIX, o progresso local foi notável. Entretanto, a impiedosa devastação das matas trouxe, como resultado, a obstrução dos rios e conseqüente transbordamento, o que favoreceu a formação de pântanos. Das águas paradas e poluídas surgiram mosquitos transmissores de terríveis febres.

               Muitos fugiram do local que, praticamente, ficou inabitável. As terras antes salubres e férteis, cobriram-se de vegetação própria dos mangues. Em 1850, a situação era de verdadeira calamidade, pois as epidemias surgiram, obrigando senhores de engenho a fugir para locais mais seguros. As propriedades foram sendo abandonadas. A situação era de grande penúria e assim permaneceria ainda por algumas décadas.

              Em meados do século XIX, Meriti representava apenas um porto de escoamento de poucos produtos, dentre os quais a lenha e o carvão vegetal. A recuperação de Meriti começou a insinuar-se com o advento da estrada de ferro que levara tantas localidades ao ocaso – Estrela, Vila de Iguaçu, Porto das Caxias. Sob a égide da “maria-fumaça”, tudo se modificou. As hidrovias com seus barcos, portos e vilas, estavam com seus dias contados. Segundo o historiador Rogério Tôrres, a ferrovia, obedecendo à lógica do progresso, ditava novos traçados nos caminhos, fazendo surgir à volta de suas estações, povoados que se transformariam em populosas cidades. Quando a ferrovia atingiu o vale de Meriti, a região começou a sofrer os efeitos da expansão urbana da Cidade do Rio de Janeiro. Com a inauguração da “The Rio de Janeiro Northern Railway”, em 23 de abril de 1886, ficamos definitivamente ligados ao antigo Distrito Federal. Era o progresso que novamente se avizinhava. Entretanto, apesar dessa “insinuada recuperação”, que a ferrovia trouxera, a Baixada continuava sofrendo com a falta de saneamento, fator de estancamento de seu progresso.

                No início do século XX, as terras da Baixada  serviam para aliviar as pressões demográficas da Cidade do Rio de Janeiro, já prenunciadas no “Bota Baixo” do prefeito Pereira Passos. Os dados estatísticos revelam que em 1910, a população era de 800 pessoas, passando em 1920, para 2920. O rápido crescimento populacional provocou o fracionamento e loteamento das antigas propriedades rurais, naquele momento, improdutivas. O grande desenvolvimento pelo qual passava Meriti levou o Deputado Federal Dr. Manoel Reis a propor a criação do Distrito de Caxias. Dessa forma, através do Decreto Estadual 2559 de 14 de março de 1931, o Interventor Federal Plínio Casado elevou o local a 8o Distrito de Iguaçu.

               Os anos 40 encontraram o distrito com uma população que já atingia a casa dos 100.000 habitantes. Nessa altura, já apresentávamos a característica de “dormitório”, pois, a população concentrava sua atividade profissional no Distrito Federal.

                Em 31/12/1943, através do Decreto nº 1055, foi criado o Município  de Duque de Caxias. Porém, somente em 1947, foi eleito o primeiro prefeito por voto popular, tendo a Câmara Municipal sido instalada no mesmo ano.

  • Itaguaí
  • Japeri
  • Nilópolis

 

Fundação:

                   Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martin Afonso de Souza, em 1531.

                  Dividiu-a em sesmarias, doando grande parte a Braz Cubas fundador de Santos, em São Paulo, constando 3.000 braças por costa do lombo do Salgado e 9.000 braças para dentro em o Rio Meriti, correndo pela piaçaba de Jacutinga, habitada pelos índios jacutingas, em 1568.

                  Nesta sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Caxias, até às fraldas do Gericinó, que depois foram transformadas em novas sesmarias e grandes fazendas.

                  Em 1621 esta área denominada Fazenda de São Mateus, veio a pertencer a João Alvares Pereira, com os limites até a cachoeira dos engenhos de Francisco Dutra e André S. Mateus, entre a data da Cachoeira (rio Pioim) até parte da serra da Maxambomba (atual Nova Iguaçu).

                 Em 1637 João Alvares Pereira manda construir a Capela de São Mateus, no alto da colina de Nilópolis, de barro batido (adobo) pelos índios aqui existentes, já escravizados.

                Sucedeu a João Alvares Pereira, Diogo Pereira, certamente seu parente, até o ano de 1700 quando as terras passam a pertencer a Domingos Machado Homem, cujo filho o Padre Matheus, na qual casa a irmã Maria Gaga Machado com o capitão Manuel Pimenta Sampaio, em 1742.

                Em 1747 a Capela de São Mateus é elevada a matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, e recebe a visita do Monsenhor Pizzaro em 1788, atestando o uso como curada, portanto, pronta para todos os atos de fé cristã.

               Falecendo Domingos Machado Homem, casado com Joana de Barcelos, sucede-lhe o padre Matheus Homem Machado,que continuou a administra-la com engenho e grande produção de açúcar e aguardente que escoava no Porto da Pavuna.

               Quando do falecimento do Padre Matheus Homem Machado, do seu testamento constou que a fazenda tinha 1280 braças de terra, que fazem testada no rio Pavuna, que as dividia das terras de Oliveira Braga (engenho Nazareth), correndo aos fundos com o rio chamado Cachoeira Pequena (Maxambomba), que divide as terras do capitão Manuel Correa Vasques; de uma banda partem as terras com o engenho da Pavuna, do capitão Ignácio Rodrigues da Silva e da outra com terras do capitão Manuel Cabral de Mello e do ajudante Ignácio Barcelos Machado.

                  E, no ano de 1779, seu proprietário é o alferes Ambrósio de Souza Coutinho, e a fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região.

               O engenho situava-se na atual Antônio José Bitencourt (anteriormente Rua Coronel Júlio de Abreu) esquina da Rua Lúcio Tavares, e que através de um caminho, dava acesso à capela São Mateus, onde residiam e pernoitavam os sucessivos proprietários da área da então fazenda de São Mateus.

                  Com a inauguração a 29 de março de 1858 da linha de trem da E.F.D Pedro II (atual E.F.C do Brasil), cortando a fazenda com destino a Queimados, a população nativa foi abandonando as terras, não só devido ao movimento abolicionista como também por novas opções de mão-de-obra devido ao progresso e outras novas atividades.

                    E as terras da Fazenda São Mateus a partir de 1866, tinham como proprietários os capitalistas do Rio de Janeiro o Conde e o Barão de Bonfim, e por fim, Jerônimo José de Mesquita, que as negociou com o criador de cavalos e mulas, João Alves Mirandela, que tinha como sócio Lázaro de Almeida, conforme escritura lavrada no dia 22 de setembro de 1900, no valor de vinte e cinco contos de réis.

                  Da escritura consta que além das terras negociadas havia dois barracões e imóvel, que era a capela de São Mateus, e sede da fazenda que limitava-se pelo lado de Maxambomba (atual Nova Iguaçu) com a fazenda da Cachoeira, de propriedade do Barão de Mesquita e com as terras dos herdeiros de Antônio Rocha; pelo lado da Pavuna, com as terras dos herdeiros do capitão Augusto da Costa Barreto e Sebastião Alves de Almeida; pelo lado direito, com o Distrito Federal, com as terras da fazenda de Nazareth (Anchieta) e terras da fazenda do Cabral (do capitão Manuel Cabral).

                    João Alves Mirandela e seu irmão Manuel Alves Mirandela, grandes criadores de animais para o Exército, cercaram uma área, junto à cerca da fazenda do Gericinó, até que seu enteado Vitor Ribeiro de Faria Braga, convenceu-o a desmatar a fazenda para um possível loteamento.

                   Procedido ao desmatamento o mesmo enteado propôs a João Alves Mirandela que se fizesse uma planta da área, que foi aceito por um documento público, chamando o então engenheiro da Central do Brasil, Teodomiro Gonçalves Ferreira, para executar a planta da cidade que iria surgir das matas da fazenda.

                   E, já no final de 1913 os jornais anunciavam lotes medindo 12,50m. por 50,00m., em suaves prestações.

                  Um destes anúncios chamou a atenção do Coronel Júlio de Abreu que veio pessoalmente conhecer a cidade que estava surgindo, e logo enamorou-se, comprando vários lotes e trazendo após, vários importantes amigos, objetivando erguer uma cidade promissora.

                  Ele mesmo construiu a primeira casa de pedra e cal, dando o nome de Vila Ema, em homenagem à sua esposa, inaugurando-a festivamente, com as presenças de comerciantes, banqueiros, políticos, homens públicos, ligados ao Rio de Janeiro, no dia 06 de setembro de 1914, marco de fundação da cidade de Nilópolis.

                     No mesmo local fundou o bloco do Progesso de São Matheus depois de Nilópolis, sob sua inspiração e presidência, tendo como presidente de honra Nilo Peçanha, que aqui esteve duas vezes, com o pensamento voltado para obter os melhoramentos de que uma cidade carece.

                      Foi através dele que a cidade teve imediatamente ligação d’água; ligação de luz e iluminação pública; agência do correio; escolas particulares e públicas; comunicação; horário de trens; pontes ligando ao Rio de Janeiro e Nova Iguaçu; serviço de profilaxia rural; bandas de música e uma grande revista “Nilópolis”. Nilópolis, já se chamou parada de São Mateus; parada e estação de Engenheiro Neiva, em homenagem a Lucas Soares Neiva, construtor da parada e plataforma dos trens; e Nilópolis, em homenagem a Nilo Peçanha, a partir de 01 de Janeiro de 1921, grande benfeitor de Nilópolis, numa festividade inesquecível.

                   Nilópolis esteve por muito tempo vinculado e fazia parte integrante da vida de São João de Meriti, então quarto distrito de Nova Iguaçu, até que por solicitação do Deputado Manoel Reis, pela Lei nº 1332, foi elevado a sétimo distrito de Nova Iguaçu a partir de 1916, com apenas dois anos de existência como cidade.

                   E seu desenvolvimento foi num crescendo extraordinário, graças ao empenho de sua população laboriosa até que estando em discussão a nova carta constitucional do Estado do Rio de Janeiro, o Deputado Lucas de Andrade Figueira propôs uma emenda, promulgada a 20 de junho de 1947, emancipando Nilópolis juntamente com São joão de Meriti, e que se comemora a 21 de agosto de cada ano.

                   Porém, cometeu-se nesta emancipação uma flagrante injustiça, pois sendo a área de 22 Km2, que era a mesma da Fazenda de São Mateus, ficou reduzida a apenas 09 Km2, perdendo 5,60 Km2 para o Gericinó; 5,60Km2 para São João de Meriti e 1,80 Km2 para Nova Iguaçu.

  • Mesquita

O processo de ocupação das terras mesquitenses

                  Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco (um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época). A decadência dos jacutingas começou quando passaram a participar, junto com outras nações indígenas, de um movimento chamado Confederação de Tamoios. O motivo deste movimento foi a revolta dos índios diante da ação violenta dos portugueses, provocando mortes e escravidão. Na língua do Tupinambás “Tamuya” quer dizer “o avô, o mais velho, o mais antigo”, por isso essa Confederação de chefes chamou-se Confederação dos Tamuya, que os portugueses transformaram em Confederação dos Tamoios. A guerra entre índios e portugueses, seguida de doenças, contraídas pelo contato com o branco, dizimou centenas de índios, que lutaram para resistir à escravidão. O bairro de Jacutinga é o único em toda a Baixada Fluminense que ainda preserva a memória dos valorosos indígenas.

 

  • Paracambi

Fundado em 1960, da união do 7° Distritro de Vassouras, denominado Tairetá, e do 3° de Itaguaí, denominado Paracamby. O município de Paracambi (macaco pequeno) localizado a 75 quilômetros do centro do Rio de Janeiro é a porta de entrada da Região do Ciclo do Vale do Café. Abrigado numa área de 197 Km² onde cerca de 21% do território é coberto por Mata Atlântica, praticamente intocada; suas cachoeiras, rios, montanhas e trilhas levam os visitantes a conhecerem a riqueza natural da fauna e da flora de rara beleza do município que conserva até hoje suas características de cidade do interior.

Caminhar pela Fábrica do Conhecimento, antiga Cia Têxtil Brasil construída por imigrantes ingleses, autorizada pela Princesa Isabel e visitada por D Pedro II é como voltar no tempo e desvendar o passado. Atualmente, na antiga fábrica funciona quatro Pólos de Ensino (superior e profissionalizante), a Escola de Música Villa-Lobos, o Espaço da Ciência, o Planetário e a Brinquedoteca Viva. No local, também estão sendo construídos uma Biblioteca Regional e o Museu da Ciência.

O município oferece ainda muita adrenalina para o visitante radical que pode praticar canoagem, rappel ou rafting nos rios e cachoeiras da região. Para os mais tranqüilos há também trilhas, caminhadas e cavalgadas. Além de outros roteiros históricos e culturais como: A Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo, a Capela de Nossa Senhora da Conceição construída em 1880, a estação ferroviária de 1861 funcionando até hoje e ainda ver todo o processo de confecção da famosa cachaça de Paracambi. Quem quiser conhecer esse paraíso natural e cultural não pode deixar de ir a Festa do Reencontro que acontece todo ano no espaço da fábrica e reúne todos os produtos artesanais e comerciais da região, uma exposição de carros antigos e um encontro de motociclistas

Distância da capital: 75km

Tempo de viagem: 1:15h

Dados do Município

Fundação: 1867

Área: 197 Km²

População: 40.412 habitantes (IBGE – 2000)

Altitude: 50m

Latitude do distrito sede do município: – 22,61083 Graus

Longitude do distrito sede do município: – 43,70917 Graus

Clima: Tropical

Densidade Demográfica 226 hab/km²

Municípios limítrofes :  

   Norte: Mendes e Eng. Paulo de Frontin

   Sul: Itaguaí

   Leste: Miguel Pereira, Japeri e Seropedica

  Oeste: Pirai

Atividades econômicas: Agrícolas, pecuária, industrial, comércio e serviços.

 

  • Queimados
  • Magé
  • Guapimirim

Guapimirim se emancipou do município de Magé em plebiscito realizado no dia 25 de novembro de 1990, data festiva em que o município comemora sua emancipação política.

A cidade encontra-se localizada num vale formado pela base do Dedo de Deus – Serra dos Órgãos –  e faz limite com os municípios de: Teresópolis e Petrópolis (norte), Itaboraí e fundos da Baía de Guanabara (sul), Cachoeiras de Macacu (leste) e Magé (oeste).

O nome Aguapeí-mirim teve sua origem em um acampamento de índios que viviam em torno de uma nascente na região do Vale das Pedrinhas. A tradução de Guapimirim quer dizer – Nascente Pequena. O rio que deu nome ao município, era por onde as tropas passavam, levando mercadorias para o sertão das Minas Gerais e, traziam de lá ouro e pedras preciosas.

Os primeiros registros datam de 1674, e falam de um povoado às margens do rio Guapimirim, abençoado pela Igreja de Nsa. D’Ajuda. No final do séc. XVIII surgiu o povoado de Santana que ficava no caminho das tropas que ultrapassavam a Serra levando-os pelas trilhas sertanejas para as Minas Gerais.Nessa época eram comuns as pestes sucessivas, o cemitério de Santana foi construído nesse período e, até hoje, serve à cidade.

Foi também nessa época que surgiu o povoado da Barreira – a origem desse nome deve-se ao fato de ali ter sido instituído o primeiro pedágio – onde está localizada a Igreja de Nsa. da Conceição (1713) e a antiga sede da Fazenda Barreira que hoje, abriga o Museu Von Martius, em homenagem a Frederik Von Martius, naturalista alemão que estudou a flora e a fauna da região a convite de D. Pedro II. Na época da Guerra do Paraguai, o imperador hospedou-se no local interessado em avaliar as plantações da quina calisaia de onde se extrai o quinino, medicamento que combate à malária, e seria utilizado pelo exército brasileiro.

Em 1939 o então presidente Getúlio Vargas criou o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e a Fazenda Barreira foi incorporada ao patrimônio ambiental da União.

As últimas décadas do séc. XIX foram marcadas pela construção da Estrada de Ferro Teresópolis. Esta ferrovia marca o momento de transformação da cidade para os tempos modernos. A população em sua maioria era formada de lavradores e ferroviários. Com a construção da rodovia BR 116 (1958), o transporte ferroviário entra em decadência. O advento da rodovia facilitou o acesso a serra, e foi fator preponderante na intensificação do processo de ocupação. A partir dessa década surgem os condomínios com suas luxuosas casas de veraneio. 

A CIDADE

Guapimirim se encontra hoje, inserida em uma das mais belas regiões turísticas do Estado do Rio de Janeiro – a região da Serra Verde Imperial – junto com os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Friburgo e Cachoeiras de Macacu.

A sua localização estratégica aliada a infinidade de atrativos naturais e culturais que compõem a sua paisagem, faz da cidade o mais promissor produto turístico da região.

A cidade fica em um vale cercado pela Serra dos Órgãos na base do pico do Dedo de Deus, importante símbolo turístico do Estado, onde se encontra uma das áreas mais preservadas da Mata Atlântica entrecortada por rios e cachoeiras.

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos oferece aos visitantes muitos atrativos: caminhadas em trilhas bem sinalizadas, cristalinas piscinas de águas naturais formadas pelas cachoeiras do rio Soberbo e duas áreas de camping com infra-estrutura e segurança.

A cidade tem característica peculiar, 70% do seu território encontra-se em área de proteção ambiental, que lhe confere o título de “Paraíso Ecológico”. São cinco APAS – Área de Proteção Ambiental – que compõem uma riqueza de biodiversidade em fauna e flora. A APA Guapimirim abrange a área de manguezal mais preservada do Estado, conhecida como Pantanal Fluminense. A pesca esportiva, o passeio de barco e a observação das várias espécies de pássaros proporciona lazer e descanso aos visitantes que ainda são contemplados com o espetáculo do entardecer, quando o sol se põe tendo ao fundo a baía de Guanabara.

Guapimirim está sendo descoberta pelos amantes da natureza e os adeptos de esportes radicais e de aventura. O calendário de eventos apresenta uma diversidade de atividades esportivas com competições de Kart, Trekking de Aventura, Motocross e Speedway. A região rural também começa a despertar para atrair turistas que buscam a calma do campo. Todo ano os proprietários de haras promovem uma cavalgada pelos recantos da cidade.

Aqueles que precisam repor suas energias irão encontrar em Guapimirim o refúgio ideal. Com uma variedade de trilhas em meio à exuberância da Mata Atlântica, o visitante pode simplesmente contemplar a natureza ou partir para uma aventura mais radical, descer de Rapel a cachoeira do Garrafão e mergulhar no Poço Sem Fundo.  

Há espaço para todos os gostos e idades. Vale a pena fazer uma visita nesse cantinho do Brasil ainda pouco explorado e com muito a oferecer. Sejam bem vindo a Guapimirim.

INFORMAÇÕES GERAIS

Guapimirim

Caracterização do Município:

Área: 361 Km2 (IBGE-2000)

População: 37.952 habitantes (IBGE 2000) 

Acesso: Seguir pela Linha Vermelha até a saída para a Rod. Washington Luís, ou Rio-Juiz de Fora(BR-040). Entrar à direita na Rod. Rio Teresópolis (BR-116) e seguir até o centro do município de Guapimirim. 

Distância capital: 60 Km (DER-2000) 

Duração do percurso: automóvel = 50 minutos / ônibus = 60 minutos 

DDD: 021
CEP: 25940-000
Altitude: média 60 Ms. (IBGE-2000)
Latitude Sul :22º 32’ 14”
Longitude Qeste : 42º 58’ 55”
Clima: Tropical
Corrente elétrica: 110V
Horário Comercial: 8h  às  18h. 
Horário bancário: 10h  às  15h. 
Distritos: o município não possui distritos 
Municípios limítrofes:
Norte: Petrópolis  e Teresópolis
Sul: Itaboraí
Leste: Cachoeiras de Macacu
Oeste: Magé 
Atividades econômicas: Comércio em Geral, Indústria, Agropecuária e Turismo.

  •  
  • São João de Meriti
  • Seropédica

 

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